sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Filme Francisco, o Jesuíta

O Canal History (Net Canal 83 - RJ) apresentará nos dias 03 de 04 de dezembro de 2015, às 22 h o filme Francisco, o jesuíta. O filme é baseado no livro "El Jesuita" ("O Jesuíta"), escrito a partir de entrevistas do jornalista argentino Sergio Rubin e da italiana Francesca Ambrogetti ao cardeal Jorge Mario Bergoglio, hoje Papa Francisco.

Maiores informações: History
Trailer: Aqui

domingo, 15 de novembro de 2015

A Esperança de Viver o Presente de Maneira Criativa

Olá a todos!
O Pe. Adroaldo Palaoro, sj (Diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana -CEI) semanalmente disponibiliza um texto como sugestão para rezar o Evangelho dos domingos. Pedimos sua autorização para divulgar seus textos neste espaço e ele nos autorizou. 
Desta forma, apresentamos a seguir o texto com a sugestão para rezar o Evangelho do 33º Domingo do Tempo Comum - Ano B.

A ESPERANÇA DE VIVER O PRESENTE DE MANEIRA CRIATIVA

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão” (Mc 13,31)

Estamos chegando ao final de mais um “ano litúrgico” (este é penúltimo domingo), e a liturgia nos propõe leituras que, fazendo referência aos “últimos tempos”, querem nos convidar à “vigilância” e a atenção ao tempo presente.
O Evangelho de hoje é parte do capítulo 13 do Evangelho de Marcos, que contém um breve “apocalipse”, ou seja uma revelação, um desvelamento, um desnudamento dos múltiplos véus que revestem o palco, lúdico e trágico, da encenação do drama humano, com suas contradições, incertezas, promessas e esperanças.
Devido às imagens que este gênero literário utiliza, com frequência atribui-se ao termo “apocalipse” um significado de “catástrofe” ou “destruição”. A realidade, no entanto, é diferente. Etimologicamente “apokalypsis” significa “destapar o que está escondido”, “tirar o véu”, “desvelar”, ou seja, “revelação”.
À mesma raiz pertence a palavra “eucalipto”, cujo significa etimológico é: “eu-bem”; “kalypsis- escondido”, fazendo referência ao fato de que tem perfeitamente escondidas suas minúsculas sementes.

Assim pois, etimologicamente, “apocalipse” equivale a “verdade” (“aletheia”=sem véu). E, como consequência, o escrito apocalíptico pretende “retirar o véu” que nos impede reconhecer as coisas como são, ou seja, revelar-nos o que se encontra por debaixo da superfície, em um nível mais profundo. É como se o autor quisesse nos dizer: “as coisas não são o que parecem ser”.
Em cada momento histórico o texto do Apocalipse é lido e interpretado em função dos acontecimentos. Este gênero literário é uma luz que nos ajuda a “ler” a realidade (interior e exterior), desvelando tudo o que acontece nela e assim poder assumir uma atitude mais coerente com a proposta do Evangelho.
Assim, pode-se “ler” esse texto como se escutasse um sonho revelador.
O Apocalipse, portanto, é um empenho da comunidade cristã em dar sentido a tudo o que está acontecendo e assim reencontrar sua dignidade no coração das situações mais difíceis.

A revelação que ocorre no interior de cada um e na realidade que nos envolve é o desvelar (tirar o véu) de uma Presença. No centro de nossa solidão e de nosso exílio  não estamos sozinhos, mas temos a visão de Alguém, que vem ao nosso encontro.
No texto evangélico de hoje nos é revelado, através de sinais (abalos celestes e terrestres, tribulações...), que esta ordem das coisas (o “mundo”) vai ser renovado em profundidade. Tudo desmorona à nossa volta, tudo vai desaparecer; mas o que o texto parece resgatar é a contundente confiança na afirmação e na promessa de Jesus: “O céu e a terra passarão, mas minhas palavras não passarão”. As Palavras do Filho do Homem constituem o nosso rochedo, são a nossa força. É um convite a nos recentrar.
Quando somos transformados pelos acontecimentos e somos levados pelas nossas emoções, pelas nossas reações, pelos nossos medos, é preciso voltar ao centro.
O ciclone tem uma violência enorme e gira velozmente, mas seu centro é calmo, imóvel.
É preciso voltar ao centro do ciclone onde está o “Filho do Homem”, onde está o coração, onde está o Cordeiro. Esta vida nova está no centro da situação que vivemos, no centro desse mundo que é o nosso.
É a partir do interior que algo pode mudar.

Nesse sentido, o gênero “apocalíptico” vem nos dizer que, para além daquilo que possa ocorrer na superfície da história pessoal e coletiva, há uma Realidade estável que nos sustenta e que podemos experimentá-la como “rocha firme” sobre a qual firmar nossos pés. A velha ordem virá abaixo para ser substituída por um mundo novo que será inaugurado pela presença do Filho do Homem, reunindo toda a humanidade (“os quatro cantos”) e estabelecendo o “Reinado de Deus”.
Trata-se de um anúncio esperançador e certo. Esperança representada pela imagem da figueira que, carregando-se de brotos, anuncia a primavera. Esse é o nosso destino: caminhamos para uma Primavera que não conhecerá ocaso.
Na realidade, os discursos apocalípticos, apesar de sua aparência, são sempre um chamado à esperança, que não é uma projeção para um determinado futuro, que serve para fugir do presente ou para poder “suportá-lo”; nem pode ser entendida como mera “expectativa” que nos afasta do presente, senão que nos faz ancorar nele, ou seja, viver na Plenitude do que é, no Presente pleno e com sentido.

A esperança, talvez mais do que qualquer outra inclinação ou disposição, está bem no cerne do ser humano e de sua existência, fazendo-o viver e dando sentido à aventura de sua existência. Basta pensar no que significa o desespero, a ausência de horizonte, a falta ou a perda de todo projeto possível, para compreender que a esperança emerge das profundezas do ser humano. Sem esperança , ele não pode viver.
O ser humano é ser “esperante”.
Segundo Rubem Alves, a esperança é o oposto do otimismo. Otimismo é quando, sendo primavera do lado de fora, nasce a primavera do lado de dentro. Esperança é quando, sendo seca absoluta do lado de fora, continuam as fontes a borbulhar dentro do coração. Otimismo é alegria “por causa de”: coisa humana, natural. Esperança é alegria “apesar de”: coisa divina. O otimismo tem suas raízes no tempo. A esperança tem suas raízes na eternidade.

A esperança carrega uma força misteriosa, um sopro criador, um alento espiritual que nos leva a olhar tudo com fé e encantamento; é um princípio vital, expresso na sábia e verdadeira constatação de que “enquanto há vida há esperança”. Mesmo diante de intransponíveis situações, vislumbramos possibilidades de saída, achamos possível ser de outro modo, inventamos e reinventamos alternativas, recusamos a possibilidade de as realidades nos dominarem e, sem cessar, sonhamos com o mais e o melhor.
A esperança é gestora do futuro e rompedora da dureza do existir.
Paulo Freire insistia que não se pode confundir esperança do verbo “esperançar” com esperança do verbo “esperar”. Esperançar é se levantar, é ir atrás; esperançar é construir e não desistir. Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo.

Uma das coisa mais perniciosas que vivemos no atual momento é o esvaziamento da esperança, que se expressa no desalento, desânimo ou até na covardia tolerante.
Michelângelo dizia que “Deus concedeu uma irmã à recordação, e chamou-se esperança”.
A esperança, portanto, é como esse impulso que desafia o presente imediato, sempre curto e sem raízes no futuro; é ela que nos permite escrever nossa história com mais criatividade e ousadia, nos abre à invenção de possibilidades que nos fazem viver, corrige o passado e nos faz recomeçar, mantém a coragem de ser, transforma em nós o ser de puras exigências e de simples necessidades em seres capazes de dom e de desejo. Na esperança, encontramos a abertura e a amplitude de nossa vida.
Não basta esperar, é preciso uma paixão de esperança, a qual somente é possível se conduz para um horizonte plenificante, para um além da vida do dia-a-dia.

Texto bíblico:  Mc 13,24-32

Na oração: Como se situa diante dos desafios que é chamado a assumir? Não se sente cansado por já ter vivido tantas mudanças?
- Você se arriscaria por um novo começo?
- Ou talvez desanimado porque as coisas não aconteceram como havia previsto? Ou, ao contrário, cheio de energia, entusiasmado por ser protagonista de uma época considerada de graça e de bênção?
- Quê esperanças você carrega no coração?

Texto: Pe. Adroaldo Palaoro, sj

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Retiro de Preparação para o Natal 2015

Nos dias 28 e 29 de novembro, a Equipe de Leigos do Centro Loyola organiza o Retiro de Preparação para o Natal. 
O encontro parte da Espiritualidade Inaciana para suscitar a reflexão sobre o sentido do Natal, preparando os participantes para vivenciar esse tempo litúrgico em um momento de profundo encontro com Deus e consigo mesmo. 
O retiro será na sede do Centro Loyola, na Estrada da Gavea, 1, no sábado, das 8h às 17h, e no domingo, das 8h às 13h. 
O pagamento da taxa de R$ 60 refere-se aos custos com o material do encontro, lanches e o almoço de sábado. 
Inscreva-se em nosso site: www.clfc.puc-rio.br.


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Outubro: Mês missionário

O mês de outubro, instituído pelo Beato Paulo VI (1926) como Mês Missionário é o tempo em que a Igreja no Brasil realiza a mobilização em torno da Campanha Missionária.

A iniciativa deste ano propõe o tema “Missão é servir”, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2015, cujo lema é “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos”.

O objetivo principal da Campanha Missionária é “sensibilizar, despertar vocações missionárias, bem como realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões”.

Para o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Esmeraldo Barreto de Farias, “é preciso animar as pessoas para que vivam a missão em suas respetivas realidades, não somente no sentido pessoal, como também na família, no ambiente profissional e na comunidade em geral. 


“Não sou eu sozinho a viver a missão, - diz Dom Esmeraldo - mas sou eu e outros cristãos, na comunidade da qual participo e com outras comunidades também. Cada um de nós é chamado a ser missionário e a viver como missionário e que a missão nos faz mergulhar na vida de Jesus”.

Segundo o bispo, é importante estar atento para as diversas realidades missionárias do Brasil, presentes nas periferias das grandes e pequenas cidades, nas diferentes regiões do País: “Em especial, a Campanha Missionária chama a atenção para a Amazônia, com características muito específicas, e necessidade de pessoas e de ajuda econômica para que o trabalho de evangelização possa ser desenvolvido”.

Qual a sua missão?

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Faz o mesmo


Essa cena do papa nos EUA chamou-me a atenção, dado o contraste entre os planos.

No primeiro, o cura que cura: o papa com jeito de pároco que se aproxima e toca o menino para manifestar-lhe o cuidado (cura) de Deus. 

No segundo, a atitude dos concelebrantes. Eles observam (até boquiabertos) e muitos não resistem a sacar seus celulares para fotografar o momento. 

Dois planos que me levam a questionar de que lado eu costumo estar: de quem assiste ou de quem faz acontecer? De quem se move, de quem se comove ou de quem nem se move? 

Consciente de que está imerso na sociedade do espetáculo e do consumo - que prefere o estético ao ético, o impacto à consciência, o milagre à conversão -, Francisco parece não se importar com olhares nem flashs, mas com aquele menino, como se único fosse.

Pois bem... Essa cena me comove? Então, chega a hora da parte mais desafiante: “Vai, também tu, e faze o mesmo!” (Lc 10,37) - como disse Jesus ao final da parábola do bom samaritano.

Foto: Catholic News Service
Texto: Rafael Zanata Albertini

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Mês da Bíblia 2015

O tema proposto para o mês da Bíblia de 2015 é o Evangelho segundo João, sob a perspectiva do discipulado missionário. O tema escolhido fundamenta-se nos cinco aspectos essenciais do processo do discipulado: o encontro com Jesus Cristo, a conversão, o seguimento, a comunhão fraterna e a missão.

O lema “Permanecei no amor, para dar muitos frutos” (cf. Jo 15,8-9) foi indicado pela comissão bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com as instituições bíblicas.


João cita aproximadamente 36 vezes a palavra “vida”, mais que o dobro dos outros Evangelhos e geralmente vem acompanhada da expressão “eterna” (aproximadamente 17 vezes). A vida eterna não é somente a vida após a morte, mas é viver o nosso cotidiano conforme o projeto de Deus, que deseja vida plena aqui e agora. Como diz uma canção popular: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Por isso, a tradição associou o quarto evangelho à águia, capaz de atingir os mais altos cumes celestes, mas com o olhar penetrante na profundidade terrestre. O leitor precisa de asas para elevá-lo ao alto, mas é necessária a capacidade de discernir a realidade daqui de baixo.


O Filho Unigênito, a Palavra que vem de Deus, o enviado do Pai, encarnando-se na história e retornando ao Pai como o Filho Glorioso e Todo Poderoso, envia o Espírito sob os discípulos para que possam continuar a sua missão, como anunciadores do Reinado de Deus. Nós também somos convidados a crer que Jesus Crucificado é o Glorificado e Ressuscitado e acreditar no seu plano salvífico, que envolve a todos e a totalidade do ser humano.


Em Jo 20,30-31, o autor apresenta a finalidade do quarto Evangelho: “Jesus fez ainda, diante de seus discípulos, muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Esses, porém, foram escritos para crerdes que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome”. Deste modo, acredita-se que a finalidade era orientar o posicionamento da comunidade, a partir dos critérios apresentados por Jesus de Nazaré. Critérios que apontam para a certeza da vida, para quem é fiel a Jesus e se envolve na comunidade. Mas, não deixa de ser intrigante, pois essa comunidade, por causa de sua fé, pelo fato de seguir alguém que foi crucificado e humilhado, está sujeita às mesmas humilhações e perseguições.


Assim, diante deste contexto, o quarto Evangelho quer fortalecer a adesão, o acreditar em Jesus Cristo, para resistir às perseguições e pressões, mantendo a fidelidade ao seu projeto de vida, e vida em abundância.


Fonte: CNBB

Setembro - Mês da Bíblia

O mês de setembro, para os católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no ultimo domingo de setembro. 
O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo.
São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. 
Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas; A Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.


A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele.

Nesse mês da Bíblia somos convidados a estudar e refletir sobre esse maravilhoso livro que têm tanto a nos revelar e instruir. 

Fonte: Blog Canção Nova

Jesus olha para nós

"E Jesus parou, não passou ao largo acelerando o passo, olhou-o sem pressa, olhou-o com calma. 
Olhou-o com olhos de misericórdia; olhou-o como ninguém o fizera antes. 
E aquele olhar abriu o seu coração, fê-lo livre, curou-o, deu-lhe uma esperança, uma nova vida, como a Zaqueu, a Bartimeu, a Maria Madalena, a Pedro e também a cada um de nós. 
Mesmo quando não ousamos levantar os olhos para o Senhor, o primeiro a olhar-nos é sempre Ele. 
É a nossa história pessoal; tal como muitos outros, cada um de nós pode dizer: eu também sou um pecador, sobre quem Jesus pousou o seu olhar."

Papa Francisco (Homilia, Holguín, Set 2015)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Na Mão de Deus

Na Mão de Deus


"Na mão de Deus, na sua mão direita,
Descansou afinal meu coração.
Do palácio encantado da Ilusão
Desci a passo e passo a escada estreita.

Como as flores mortais, com que se enfeita
A ignorância infantil, despojo vão,
Depus do Ideal e da Paixão
A forma transitória e imperfeita.

Como criança, em lôbrega jornada,
Que a mãe leva ao colo agasalhada
E atravessa, sorrindo vagamente,

Selvas, mares, areias do deserto...
Dorme o teu sono, coração liberto,
Dorme na mão de Deus eternamente!"

(Antero de Quental)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Experiência de Oração Inaciana


Oportunidade de vivenciar uma Experiência de Oração Inaciana:

Tema: "Sentir e Saborear as Coisas Internamente"

Quando: 5 de setembro de 2015, às 14h

A proposta: mostrar, à luz dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio, que rezar não deve ser um momento tedioso, insípido e sem prazer. 

O encontro será conduzido pelo padre Raniéri Araújo, SJ, coordenador da pós-graduação em Espiritualidade Cristã e Orientação Espiritual da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE)

Local do encontro: Centro Loyola, na Estrada da Gávea, 1. No local há um pequeno estacionamento e está localizada próximo aos pontos finais das linhas 143 (Central – Gávea, antiga 158), 170 (Rodoviária – Gávea) e 2014 (Frescão Praça  Mauá – Gávea). No ponto em frente também param as linhas 537, 538 e 539 (Rocinha – Leme). 

Os que desejarem participar devem confirmar sua presença. Inscrições gratuitas: www.clfc.puc-rio.br