Apresentamos a seguir um vídeo do coordenador nacional da CVX sobre as atividades para o mês de março de 2017, com destaque para a Assembleia Nacional, que acontecerá na cidade de Belo Horizonte - MG, nos dias 24 a 26/03/2017, juntamente com a celebração dos 40 anos da CVX no Brasil.
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sexta-feira, 3 de março de 2017
Campanha da Fraternidade 2017

Começando a Quaresma de 2017, introduzimos também o tema da Campanha da Fraternidade, que neste ano fala dos Biomas brasileiros, ligando a realização da vida humana com as realidades do território. A libertação do povo depende de sua sintonia com a terra, como diz a bíblia: “Se o Senhor nos quer bem, ele nos introduzirá nela e nos dará esta terra, onde corre leite e mel” (Nm 14,8).
“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” é o tema da Campanha deste ano. A fundamentação bíblica, identificada no lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2,15). Na criação, Deus aparece como sendo um oleiro, quando diz: “Então o Senhor Deus formou o ser humano com o pó do solo, soprou-lhe nas narinas o sopro da vida, e ele tornou-se um ser vivente” (Gn 2,7).
A natureza criada deve ser fonte de vida e de dar condições para que o ser vivente tenha condição de se sobreviver. Mas tudo deve contribuir para que a pessoa humana viva com dignidade, porque ela é o objetivo de toda a criação. Aí está a importância dos seis biomas do território brasileiro. Cada um deles deve oferecer o necessário para a população construir seus objetivos de vida.
A destruição dos biomas é uma transgressão à natureza. É tirar sua capacidade de preservação da vida, que depende de terra produtiva, fértil e trabalhável. Todos eles (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) têm sua biodiversidade prejudicada. Em determinados locais é impensável uma recuperação total, porque a exploração chegou a um grau máximo.
A dimensão econômica do poder é uma tentação. Não basta ter o necessário para uma sobrevivência com dignidade. O acúmulo mata a vida, porque impossibilita que outros sejam também felizes. Nessas condições não importa destruir, devastar, provocar deserto e matar o bioma. A força do poder não mede as consequências desastrosas para a grande massa impossibilitada para competir.
A reflexão da Quaresma nos ajuda a superar a ideologia do poder destruidor. É um caminho de conversão, porque o ser humano foi criado em íntima união com a terra. Terra que precisa ser cuidada com carinho, com respeito e responsabilidade. O trabalho feito nela tem que ser com sustentabilidade e assim ser preservada contra todo tipo de ação predatória, porque quem mais sofre é a pessoa humana.
Texto de Dom Paulo Mendes Peixoto (Arcebispo de Uberaba - MG)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade 2016
Tema: “Casa comum, nossa responsabilidade”
Lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. (Amós 5,24)
Lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. (Amós 5,24)
O objetivo Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2016 é chamar atenção para a questão do direito ao saneamento básico para todas as pessoas, buscando fortalecer o empenho, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro da Casa Comum, ou seja, do planeta Terra.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica é realizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) e assumida pelas igrejas-membro: Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil e Sírian Ortodoxa de Antioquia. Além dessas igrejas, estão integradas à Campanha a Aliança de Batistas do Brasil, Visão Mundial e Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP).
Este ano, a CFE terá dimensão internacional, pois será realizada em parceria com a Misereor – entidade da Igreja Católica na Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica é realizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) e assumida pelas igrejas-membro: Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil e Sírian Ortodoxa de Antioquia. Além dessas igrejas, estão integradas à Campanha a Aliança de Batistas do Brasil, Visão Mundial e Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP).
Este ano, a CFE terá dimensão internacional, pois será realizada em parceria com a Misereor – entidade da Igreja Católica na Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.
Contextualização
O Brasil é um dos países com o índice mais alto de pessoas que não possuem banheiro com quase 7,2 milhões de habitantes, de acordo com o Progress on Sanitation and Drinking-Water, 2014. Cerca de 35 milhões de pessoas não contam com água tratada em casa e quase 100 milhões estão excluídas do serviço de coleta de esgotos, como aponta publicação, de 2015, do Instituto Trata Brasil.
Ainda de acordo com o Trata Brasil, a cada 100 litros de água coletados e tratados, em média, apenas 67 litros são consumidos. Contudo, 37% da água no Brasil é perdida, seja com vazamentos, roubos e ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo de água, resultando no prejuízo de R$ 8 bilhões. A soma do volume de água perdida por ano nos sistemas de distribuição das cidades daria para encher seis sistemas Cantareira. Eis o porquê de se falar desse assunto, uma vez que afeta a saúde pública, a dignidade humana, a sustentabilidade do planeta e, também, a economia.
Fonte: Portal Kairos
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Ano da Misericórdia
“Misericordiosos como o Pai”.
Este é o lema do Ano da Misericórdia, iniciado no dia 8 de dezembro de 2015, na solenidade da Imaculada Conceição, e se concluirá em 20 de novembro de 2016, Solenidade de Cristo Rei do Universo.
O Ano extraordinário foi convocado pelo Pontífice durante celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Naquela ocasião, o Papa destacou. “Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse Francisco.
A iniciativa do papa convida ainda os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o Sacramento da Reconciliação. De acordo com comunicado da Santa Sé, a abertura do jubileu irá acontecer no 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II e, “adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada pelo Vaticano II”.
O Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela organização das celebrações deste jubileu, recorda em nota oficial que o papa Francisco tinha afirmado no início de 2015 que se vivia “o tempo da misericórdia”. O lema episcopal do papa Francisco é ‘miserando atque eligendo’, que recorda passagem do Evangelho de São Mateus: “Olhou-o com misericórdia e escolheu-o”.
O Ano extraordinário foi convocado pelo Pontífice durante celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Naquela ocasião, o Papa destacou. “Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse Francisco.
A iniciativa do papa convida ainda os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o Sacramento da Reconciliação. De acordo com comunicado da Santa Sé, a abertura do jubileu irá acontecer no 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II e, “adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada pelo Vaticano II”.
O Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela organização das celebrações deste jubileu, recorda em nota oficial que o papa Francisco tinha afirmado no início de 2015 que se vivia “o tempo da misericórdia”. O lema episcopal do papa Francisco é ‘miserando atque eligendo’, que recorda passagem do Evangelho de São Mateus: “Olhou-o com misericórdia e escolheu-o”.
Fonte: CNBB
Confira no link a íntegra da Bula “Misericordiae vultus”
Oração do ano Ano Santo da Misericórdia
A oração foi divulgada no site oficial do Jubileu da Misericórdia, cujo lema está tomado do Evangelho de São Lucas: “Misericordiosos como o Pai”, e convida todos os fiéis do mundo à peregrinação, à Confissão e à Comunhão para conseguir a indulgência.
Senhor Jesus Cristo,
Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste,
e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele.
Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos.
O Vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro;
a adúltera e Madalena de colocar a felicidade apenas numa criatura;
fez Pedro chorar depois da traição,
e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido.
Fazei que cada um de nós considere como dirigida a si mesmo as palavras que dissestes à mulher samaritana:
Se tu conhecesses o dom de Deus!
Vós sois o rosto visível do Pai invisível,
do Deus que manifesta sua onipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia:
fazei que a Igreja seja no mundo o rosto visível de Vós, seu Senhor, ressuscitado e na glória.
Vós quisestes que os Vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza
para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro:
fazei que todos os que se aproximarem de cada um deles se sintam esperados, amados e perdoados por Deus.
Enviai o Vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção
para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor
e a Vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar aos pobres a alegre mensagem
proclamar aos cativos e oprimidos a libertação
e aos cegos restaurar a vista.
Nós Vo-lo pedimos por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia,
a Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos.
Amém
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Outubro: Mês missionário
O mês de outubro, instituído pelo Beato Paulo VI (1926) como Mês Missionário é o tempo em que a Igreja no Brasil realiza a mobilização em torno da Campanha Missionária.
A iniciativa deste ano propõe o tema “Missão é servir”, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2015, cujo lema é “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos”.
O objetivo principal da Campanha Missionária é “sensibilizar, despertar vocações missionárias, bem como realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões”.
Para o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Esmeraldo Barreto de Farias, “é preciso animar as pessoas para que vivam a missão em suas respetivas realidades, não somente no sentido pessoal, como também na família, no ambiente profissional e na comunidade em geral.
“Não sou eu sozinho a viver a missão, - diz Dom Esmeraldo - mas sou eu e outros cristãos, na comunidade da qual participo e com outras comunidades também. Cada um de nós é chamado a ser missionário e a viver como missionário e que a missão nos faz mergulhar na vida de Jesus”.
Segundo o bispo, é importante estar atento para as diversas realidades missionárias do Brasil, presentes nas periferias das grandes e pequenas cidades, nas diferentes regiões do País: “Em especial, a Campanha Missionária chama a atenção para a Amazônia, com características muito específicas, e necessidade de pessoas e de ajuda econômica para que o trabalho de evangelização possa ser desenvolvido”.
Qual a sua missão?
Fonte: Rádio Vaticana
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Faz o mesmo
Essa cena do papa nos EUA chamou-me a atenção, dado o contraste entre os planos.
No primeiro, o cura que cura: o papa com jeito de pároco que se aproxima e toca o menino para manifestar-lhe o cuidado (cura) de Deus.
No segundo, a atitude dos concelebrantes. Eles observam (até boquiabertos) e muitos não resistem a sacar seus celulares para fotografar o momento.
Dois planos que me levam a questionar de que lado eu costumo estar: de quem assiste ou de quem faz acontecer? De quem se move, de quem se comove ou de quem nem se move?
Consciente de que está imerso na sociedade do espetáculo e do consumo - que prefere o estético ao ético, o impacto à consciência, o milagre à conversão -, Francisco parece não se importar com olhares nem flashs, mas com aquele menino, como se único fosse.
Pois bem... Essa cena me comove? Então, chega a hora da parte mais desafiante: “Vai, também tu, e faze o mesmo!” (Lc 10,37) - como disse Jesus ao final da parábola do bom samaritano.
Foto: Catholic News Service
Texto: Rafael Zanata Albertini
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
VIII Jornada de Docentes Católicos
A nossa comunidade colaborou na realização da VIII Jornada de Docentes Católicos de Ensino Superior do Rio de Janeiro, promovida pelo Setor Universidades da Arquidiocese do Rio, no dia 20/09/2014, na PUC-Rio.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Café da Manhã Julino na Aliança dos Cegos
Café da Manhã Julino na Aliança dos Cegos realizado em 28/07/2014 e Campanha para aquisição de ventiladores
Depoimento do Guilherme, coordenador da nossa comunidade, presente das atividades na Aliança dos Cegos:
No mês de julho o café da manhã foi ‘julino’, com direito a comidas típicas e até sanfoneiro.
Visitar a Aliança dos Cegos e servir o café para eles é muito gratificante porque são um exemplo de superação, alegria e disposição.
Eles adoram uma festa! É só ouvir música que alguns deles correm para buscar seus instrumentos.
Em julho/2013 levamos alguns peregrinos bolivianos, equatorianos e do norte do Brasil foi um momento maravilhoso, pois pudemos perceber que a falta do sentido da visão e o idioma não foram problemas para a integração.
Além do café da manhã houve uma grande festa com direito a pandeiro, guitarra, violão, cantos e dança. E por falar em dança, vi algo que me impressionou: um cego conduzindo uma professora de dança e sem esbarrar em ninguém.
Acordar cedo no sábado para ir na Aliança pode parecer cansativo, apenas cansativo, mas muito pelo contrário é gratificante.
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